quinta-feira, 21 de março de 2013

Moais, Praias, Cavernas e o Rally da Ilha de Páscoa.


Acordamos as 5 da manhã para ir ver o sol nascer no “Ahu” (Plataforma de Moais) mais famoso da ilha onde há 15 das estátuas dispostas lado a lado a beira-mar.
Várias pessoas já estavam lá sob um céu muito estrelado aguardando o sol dar as caras por trás dos Moais. Nos instalamos por ali também e esperamos cerca de meia hora até o espetáculo natural começar.

Com o sol já por inteiro no horizonte, seguimos o passeio em direção a várias outros Moais espalhados por toda a ilha, muitos deles caídos ao chão devido a guerras entre tribos antigas ou até mesmo tsunamis que atingiram o local há alguns anos atrás.
Embora seja uma ilha, Páscoa conta somente com duas praias com areia onde é possível sentar ao sol e tomar banho no mar azul, o restante é formado de penhascos rochosos em toda a extensão. Ficamos um tempo curtindo a praia até que começou a chover então saímos na direção do sol para visitar outros locais. Nessa época chove todo dia aqui porém por se tratar de um clima tropical, ocorre a famosa “chuva de verão” onde apenas uma nuvem despenca água por alguns minutos em algum local enquanto o sol escaldante segue em outras áreas.

Depois da praia pegamos uma estrada TERRÍVEL onde vimos o porque aqui é alugado somente jipes e caminhonetes 4x4. Seguindo por esse caminho visitamos duas belas cavernas onde na última entrando por um buraco minúsculo no chão, chegávamos até duas aberturas na beira de um penhasco no mar e de cara para o pôr-do-sol.
Após esse dia intenso, chegamos exaustos no hotel para dormir.






















  




  












quarta-feira, 20 de março de 2013

Rumo a Ilha de Páscoa!

Através de uma promoção de passagem com um preço super em conta, decidi meu próximo destino, a Ilha de Páscoa. E dessa vez arrastei a “Família Buscapé” junto trazendo minha mãe Sandra, minha tia Rossana e minha prima Gabriela.

“A Ilha de Páscoa, cujo nome é uma referência ao domingo de Páscoa de 1722, em que foi (re)descoberta por navios ocidentais, é uma das três extremidades de um triângulo imaginário formado pela Nova Zelândia e pelo Havaí, ilhas localizadas na chamada Oceania Remota. Mais do que formar uma imensa área de milhões de quilômetros quadrados, esse conjunto de territórios distantes tem em comum a mesma origem polinésia e um certo gosto por histórias intrigantes e mistérios de uma gente que decidiu ir longe para fincar, entre tantos outros enigmas, estátuas gigantes (chamadas Moais) que parecem reverenciar seus criadores Rapa Nui.”

Depois de dormirmos nos bancos do aeroporto de Santiago para esperar o voo até a ilha, finalmente chegamos ao destino e fomos direto ao nosso hotel para largar as coisas, pegar um jipe alugado e começar a explorar a ilha.

Iniciamos subindo uma estrada até chegar ao topo de um dos três vulcões existentes na ilha, o “Rano Kao” onde sua imensa cratera proporciona um belissimo visual. O “Rano Kao” e outro vulcão que vamos visitar amanhã, “Rano Roraika”, onde se localiza a “Fábrica de Moais” são hoje Patrimônios da UNESCO e por isso, os únicos lugares da ilha onde é necessário pagar para conhecer.
Além da cratera há também, no topo do vulcão, a vila cerimonial chamada “Orongo” onde antigamente o povo da ilha, os “Rapa Nui” faziam a “Tangata-Manu” (Cerimônia do Homem-Pássaro) que se trata de uma cerimônia onde os principais chefes de cada tribo da Ilha competiam entre si em busca do ovo da ave Manutara que migra na primavera para uma ilhota chamada “Motu Nui” para se procriarem.
Os chefes das tribos desciam penhasco abaixo a vila de Orongo e iam nadando ate Motu Nui e o primeiro que retornasse com um ovo da ave tornava-se o “Homem-Pássaro” e o sagrado chefe supremo das tribos até a competição do próximo ano.

Saindo de “Rano Kao” fomos até “Ahu Tahai”, uma plataforma com seis Moais onde é possível avistar o pôr-do-sol e também ao cemitério da ilha. O tempo estava nublado e choveu em algumas partes do dia por isso não pudemos ter uma visão perfeita do sol se pondo mas ja rendeu algumas belas fotos.

Por hoje era isso.